Vídeos com alguma facécia

Agora é possível desfrutar de alguns vídeos relacionados com os textos. Para isso basta carregar no título do post. O título é aquela coisa a Negrito, com umas letras maiores, e que antecede as profícuas palavras deste blog. Advertência: Caros leitores, estão completamente proibidos de ver os vídeos antes de lerem as barbaridades escritas, correndo o risco de serem atingidos por uma comichão deveras desagradável na zona da púbis, seguido de pé-chato nas mãos e escorbuto nos tornozelos.

Tuesday, July 26, 2005

Omnipotência, Omnipresença (e Misericórdia)

Muitas teorias têm sido ventiladas acerca do propósito dos ataques terroristas que se têm sucedido em catadupa. Ora a culpa é dos EUA porque atacaram o Iraque e têm uma política externa comparável ao sentido de Estado de Alberto João Jardim, ora a culpa é dos próprios terroristas que estão aborrecidos e decidiram animar as hostes. Não deixando de ter razão, não passam de causas paralelas.

Eu acredito (até porque o Nuno Rogeiro continua a abusar da laca) que estamos perante uma nova ordem religiosa mundial. Assim sendo, os terroristas são o novo Deus. Depois dos católicos me chamarem herege, os budistas sacripantas e os judeus à atenção, eu passo a explicar. As duas principais exigências para se ser Deus são a omnipresença e a omnipotência. Relativamente à omnipresença eles anden aí! Os tipos são vistos nos mais inóspitos locais, desde Londres à Picheleira, do Egipto a Trás-de-Outeiro. Não existe dúvida que eles estão por todo o lado. Se nos debruçarmos na omnipotência a conclusão é semelhante. Eles rebentam o que querem, onde querem, quando querem. Alguém os pára? As bombas não têm a sua potência? Estão imparáveis os moços...

Podem vir com teorias da conspiração relativamente à misericórdia. Ai, coiso e tal, Deus é misericordioso. Pois é! Por acaso os terroristas já atacaram a Santa Casa da Misericórdia? Claro que não, até porque eles também jogam no Euro Milhões!

Este paleio todo para explicar a causa próxima destes atentados. Ora todos sabemos que chove porque Deus chora, troveja porque Deus está irado. No caso dos terroristas, uma das 724 filhas de Osama Bin Laden casou-se. Qual a repercussão no mundo? Atentados atrás de atentados. É o modo dos terroristas exteriorizarem a sua felicidade. Há quem diga que estes atentados estavam na lista de casamento do casal, no Corte Inglés (recuso-me a dizer o El Corte Inglés, se é o já não é El e vice-versa) de Cabul (fala-se também numa cristaleira Vista Alegre, mas é melhor não acreditar em tudo quanto se ouve por aí...).

Pode ser que sim, pode ser que não! Pelo sim pelo não, já comprei burcas lá para casa e estou a deixar crescer a barba! O que foi? Não andou tudo biruta a comprar máscaras quando se falava em ataques químicos? Eu estou só a salvaguardar a minha possível imagem perante o possível novo Criador...

3 comments:

augustoM said...

Nunca aprovei, não aprovo e nunca aprovarei o terrorismo como forma de luta.
Feita a declaração para salvaguardar mal entendidos, pergunto, qual é o país que está sofrendo com o terrorismo que o não tenha já praticado. A memória quando se quer é curta, ou a palavra muda de significado conforme quem a usa.
Faz-me lembrar as cruzadas onde os cristãos, legalizavam as barbaridades cometidas, com a necessidade de impor o seu Deus.
Mas quando foram os islâmicos a invadir os cristãos, aqui d'el rei, cambada de bárbaros, porque a palavra terrorismo ainda não tinha sido inventada.
Facto idêntico se está passando actualmente, quem provocou o terrorismo foram os ocidentais ao invadirem os outros, que agora, retaliam da mesma maneira, o que lhes tira toda a razão, ficando iguais aos ocidentais. Lamento profundamento este tipo de luta terrível que está a ficar completamente sem controle o que não augura nada de bom para o futuro.
Um abraço. Augusto

trintapermanente said...

não percebo nunca nada dos teu comentaris, mas ta bem...

Maria said...

Nesta linha de raciocínio... a Al-Qaeda não faz mais do que seguir a tradição dos Templários e outras ordens afins... eu estou quase convertida (à teoria, entenda-se)