Vídeos com alguma facécia

Agora é possível desfrutar de alguns vídeos relacionados com os textos. Para isso basta carregar no título do post. O título é aquela coisa a Negrito, com umas letras maiores, e que antecede as profícuas palavras deste blog. Advertência: Caros leitores, estão completamente proibidos de ver os vídeos antes de lerem as barbaridades escritas, correndo o risco de serem atingidos por uma comichão deveras desagradável na zona da púbis, seguido de pé-chato nas mãos e escorbuto nos tornozelos.

Tuesday, March 21, 2006

Frida Kahlo

Fui ver a exposição da Frida Kahlo (em português, Frida Calhordas) no CCB.

Calhordas teve aquilo que foi considerado por muitos, uma vida tormentosa e de sofrimento. No fundo, uma vida do catano (no mau sentido de catano). Vou aqui enumerar as enfermidades que avançaram sobre Calhordas:

Em 1907, nasce. Trata-se de uma tragédia visto a sua vida ter sido do catano como confidenciei anteriormente.

Em 1910 contrai poliomielite. Sequela permanente: a perna direita muito mais magra que a esquerda. Do catano!

Em 1925, num acidente de viação (em que a própria governava uma viatura, comprovando a sua falta de futuro na Fórmula 1 - um sonho de criança), deixa-a com lesões permanentes devido a fracturas da coluna vertebral, de variadíssimas costelas, da clavícula e da bacia; 11 fracturas na perna direita (a esgalgada); pé direito e um ombro deslocados. O seu abdómen foi perfurado por um corrimão, atingindo o útero. Estamos perante aquilo que os médicos denominam, "pitéu clínico". Devido a esta grave desdita, tornou-se impossível engravidar, sofrendo imenso psicologicamente ao longo do tempo devido a este contratempo. Foi também alvo de 35 operações ao longo da sua vida (na esmagadora maioria devido a este acidente). Ena cum catano!

Em 1953, amputam-lhe uma perna devido ao avançado estado de gangrena, deixando-a num estado depressivo que a leva a tentar o suicídio por diversas vezes. Perna do catano!

Outros factores que poderiam tornar Frida Calhordas triste (ou não):

O seu marido, Diego Rivera, andava sempre na marotice com outras moçoilas - é possível incluir a irmã mais nova de Frida neste "moçoilas". Moçoilas dum catano!

Era bissexual. Ai o catano!

Depois de explanada esta vida tortuosa, seria de esperar que Frida fizesse o buço e arranjasse as sobrancelhas. Não me perguntem porquê, mas para mim é pacífico, a senhora deveria eliminar as pilosidades faciais. Espantem-se, Calhordas tinha pêlo-na-venta e no resto da cara também. Ok, é verdade que as gillettes, naquele tempo, custavam os olhos da cara. Só é pena não custarem também a produção filiforme que cresce no rosto. Peluda do Catano!

12 comments:

Carla Luis said...

Parece as moxôilas de aTrás dos Montes, m'lheres rijas!!
Axim é que é!!
:p

Kiau Liang said...

Mas a final gostas-te ou não?....

AMAFAS said...

Carla Luís:

A Calhordas era de aTrás dos Montes no México (qualquer coisa como: "Detrás de Montilhos").

Kiau Liang:

Só das sobrancelhas e do buço. O resto deixou muito a desejar!

lady said...

Amafas, obrigada pela visita!
Eu, desculpem a falat de sensibilidade artistica, mas a gaja é muito feia! [a Frida]

patologista said...

Pois eu fui ver essa mesma exposição a Santiago de Compustela. Muito melhor que ir a Lisboa! Quanto à moçoila, ainda bem que sofreu como o catano, pois assim deixou-nos belos quadros sobre o seu sofrimento (do catano).
E isso é que importa. Ou não?

A. said...

Isso é uma história de vida do além!:)
(obrigado pela visita;)!)
Beijos!
A.

A Rapariga said...

Melhor que isto só os teus mails.
Não falaste da pintura da moçoila, carago!

O Diogo, segundo fontes seguras era gay, dormia, segundo consta, com o Roosevelt. Um dia em que estavam zangados, o Diego partiu o mural que estava a fazer, creio que na Estação de Metro. Dizem que foi por ele ter colocado lá o Lenine, mas é mentira. O Roosevelt ficou lixado porque queria lá a cara dele. Sabes como os "bichas" são ciumentos!
Com o catano!

A Frida, nessa altura, não se importando nada com a história, ela já tinha feito uma ménage à trois com o Roosevelt e o Diego, disse para consigo: epá! tá ali uma gaja (era uma das moçoilas que ajudavam a fazer o mural)que até se fazia. Desde aí a Eleanor e ela não se largaram. Foi até à morte da Frida. A Eleanor Roosevelt, tás a ver?

Sabias desta história? Não sabias!

Koba said...

Amafas,
Um gajo não vai trabalhar por estar doente, tem dificuldades em respirar, está sempre a tossir e o catano. Chega aqui, caga-se a rir com isto e tosse, ri, não respira, ri novamente, e o catano.
Como já disse e mantenho, é neste blog que se dão as melhores gargalhadas da blogosfera.
Bem hajas Amafas!

AMAFAS said...

Lady:

Não tem nada que agradecer (ao mesmo tempo que lhe reenvio o agradecimento de volta)!
A fealdade nada tem que ver com o facto de Frida Calhordas ser, de facto, feia como o catano [aliás, há quem diga que eu próprio, no momento em que expilo os meus excrementos, tenho laivos de sensualidade em maior monta que Calhordas]!
Beijos

Patologista:

Ir a Compostela só como peregrino e a cavalo (embora prefira ir até Badajoz atestar a viatura). A propósito de cavalo, algo me fez relembrar que o post era sobre Frida. Não quero ser desmancha-prazeres mas esperava mais. Da exposição e de Frida. A maioria do que lá estava eu já conhecia e o meu objectivo era "conhecer" mais. Não fiquei fã. Acho que Frida é mais espectáculo que qualidade. E nem que seja só por isso, ainda prestei mais atenção na bela moça que foi Frida Calhordas.
Abraço

EraUmaVezUmAndrea:

Além disso, como disse acima a exposição ficou aquém do que esperava. Pode ser que onde quer que Frida esteja também exista uma Corporación Dermoestética e assim acaba tudo em bem!
O agradecimento está registado, embora desnecessário. Obrigado eu por ter caído nesta espelunca.
Beijos


Teresa:

Os meus e-mails não são melhores que isto. Não denigras a minha capacidade criativa. Isto já anda a vapor e tu ainda te pões a relativizar a qualidade desta coisa.

Não falei da pintura porque não me seduziu além do que anteriormente fazia. Repito-me, desta vez para ti: "acho que Frida é mais espectáculo que qualidade".

O Diogo (não confundir com o nosso MNE) era gay? Ai o sacripantas! Essa é nova, não sabia. Muito me contas. Estás sempre dentro do acontecimento. Devias escrever aquelas crónicas em que alguém (sempre sem dar o rosto) põe a nu as tricas dos políticos e dos famosos. Tu é que a sabes! Com o Roosevelt... Quem diria? E com o Churchill, nada? Nem com o Estaline? Fraquinho!
Beijos


Koba:

Depois desta conversa onde o tema paneleirice abundou (e não estou a fazer nenhuma outra referência a sexo anal, além da que obviamente todos tiveram), tenho de ter cuidado porque responder a tais elogios pode cair em bichanice desbragada.

De qualquer forma, já Frida Calhordas dizia ao seu Diego, rir é o melhor remédio. No fundo tento poupar-te algum em medicamentos!

Relativamente às gargalhadas que esparges neste blog, fico satisfeito que consideres as melhores da blogosfera. Resta saber quem consideras o responsável pelas gargalhadas: o ambiente ressoador e ecoador -referente a eco, não tem nada a ver com o MST ; se tu por te considerares um exímio gargalhador. Quando souberes diz-me.

Como bom samaritano que sou, ajo sempre em conformidade.
Obrigado. As melhoras e abraço.

Jack London said...

Que puta de vida e, claro, que puta de gargalhadas que um gajo qui dá.

Koba said...

Amafas, fazes bem, seria o primeiro a apontar a rotice se a resposta fosse mais que isso.

De todo o modo, falaste para aí do Estaline. Posso assegurar-te que o Estaline nunca marchou a Calhordas. E muito menos o Diego. Era macho, de barba rija (ou pelo menos de bigode rijo). Mas esse bukarinista nojento do Trotski parece que marhcou a Calhordas. Aliás, se calhar é mais fácil assim: quem é que não marchou a Calhordas???

AMAFAS said...

Jack London:

Se a vida é uma puta ou não, não te sei dizer, mas que a Calhordas, para as doenças que teve viveu bem a vida, lá isso não me parece que se possa negar.

As gargalhadas aparecem como tema recorrente nesta casa de pasto. Muito me alegra que consiga colocar pilhérias mais prostituíveis que os demais.


Koba:

Faz-me um favor: se por um acaso, alguma vez sentires um laivo de conversa passível de indivíduo com um osso do carpo partido que seja, avisa-me imediatamente, de modo a que a retratação e a explicação sejam imediatas.

Tu dizes e bem que Estaline o tinha rijo. Resta saber se nunca passava pelo período refractário...

Relativamente a ferras à Calhordas, podes colocar as mãos no fogo por duas pessoas: Estaline e eu próprio. Sou bom samaritano mas sem entrar no campo da caridade sexual!