Vídeos com alguma facécia

Agora é possível desfrutar de alguns vídeos relacionados com os textos. Para isso basta carregar no título do post. O título é aquela coisa a Negrito, com umas letras maiores, e que antecede as profícuas palavras deste blog. Advertência: Caros leitores, estão completamente proibidos de ver os vídeos antes de lerem as barbaridades escritas, correndo o risco de serem atingidos por uma comichão deveras desagradável na zona da púbis, seguido de pé-chato nas mãos e escorbuto nos tornozelos.

Wednesday, April 12, 2006

DEF:

"Def:"

Era assim - alta voz, misturade solenidade e provocação - que um professor meu de matemática iniciava pequenos ditados de duas linhas sobre matérias tão nobres e das quais já mal me lembro, como sejam equações de primeiro e segundo grau.

O "Def:" funcionava, obviamente, como diminutivo de "definição" mas também de "deficiente".

Que é o que me traz aqui hoje: os deficientes.

Acredito que Portugal deva ter das maiores concentrações de deficientes do Mundo. E não falo daqueles que têm problemas físicos ou mentais congénitos. Falo dos deficientes do dia a dia, daqueles inadaptados a qualquer função, seja ela qual for, desde que implique o minimo esforço racional, intelectual, crítico.

Aliás, o local onde trabalho poderia ser considerado uma colónia desta gente. Pessoas que até cursos superiores têm mas que, por mais simpáticas que possam ser, não passam de verdadeiros burros com palas.

A única solução: paciência em doses industriais e não delegar trabalho excepto se estritamente necessário (tipo: a Terra vai explodir!!)

Acho sinceramente que já o meu professor de matemática, interiormente, o sabia: uns são deficientes (o meu saravá para eles!), os outros são meramente "defs".

2 comments:

SIsa said...

Confesso que vim aqui apos ouvir a comercial... achei super interessante o trocadilho com o nome.
E por isso, aqui estou!

Mas este comment é sobre os 'Defs'...

Confesso (de novo, isto hoje está mau) que nao sei bem de que lado da trincheira me encontro.

Prestes a acabar o meu curso superior (de Psicologia, escolar e da educação) e não sei se aprendi suficiente para ajudar que precisa de mim, ou se vão ser as minhas criancinhas que me vão ajudar a ser menos 'def'...

É interessante saber que não sou a unica que acha que o sistema portugues (ou dos portugueses) puxa pouco pelo intelecto e pela pratica profissional, mesmo em cursos superiores.

Espero que no meu proximo ano (ironicamente ou não chamado de estágio) aprenda a decifrar qual a minha bancada: 'def' ou excepção?

Espero que confirme a desconfiança de estar a ficar esquisita, e por isso excepção (à tão habitual norma portuguesa, mas que tambem aparece lá fora, por mais que achemos o contrario)!

Bem-haja às Excepções Portuguesas por existirem cada vez mais...

(mais uma para a polaroid: adeus com sorriso de satisfação!)

JMP said...

Tecla trêêês!! Tecla trêêês!!