Vídeos com alguma facécia

Agora é possível desfrutar de alguns vídeos relacionados com os textos. Para isso basta carregar no título do post. O título é aquela coisa a Negrito, com umas letras maiores, e que antecede as profícuas palavras deste blog. Advertência: Caros leitores, estão completamente proibidos de ver os vídeos antes de lerem as barbaridades escritas, correndo o risco de serem atingidos por uma comichão deveras desagradável na zona da púbis, seguido de pé-chato nas mãos e escorbuto nos tornozelos.

Wednesday, December 15, 2004

A FRASE SUPER PODEROSA

De repente, da espontaneidade que nos caracteriza, surgiu:

"Ai Jesus, Maria, José" foi proferido, sem que se apercebesse de qualquer sentido intrínseco.

A frase vale por si mesma, independentemente de qualquer credo ou religião.

Valerá por referir figuras centrais da referência judaico-cristã? Valerá por referir três figuras, ou seja, associado a todo o simbolismo e miticismo criado à volta do número três?

Acredito que nenhuma das explicações é convincente e nem a conjugação das duas me satisfaz plenamente.

Todo o valor dessa frase advém da utilização de uma fórmula superior (para aqueles que buscam incessantemente a "fórmula única", redutora de toda a realidade como a conhecemos, aquela que determina todos os resultados e consequências, as causas-efeito, dos fenómenos naturais: PRESTEM MUITA ATENÇÃO A ESTE SEGREDO!), a qual passo a enunciar:

Portanto: "Ai, (elemento 1 de tripla importante), (elemento 2 de tripla importante), (elemento 3 de tripla importante)" = FRASE SUPER PODEROSA

[atentar que o "Ai" é de importância vital para este exercício. Já não significa o mesmo dizer "Ui", "Elá", "Olarilas" ou mesmo "Che". Qual a credibilidade, desde logo, de dizer "Olarilas, Jesus, Maria, José" ou até "Che, Jesus, Maria, José", sendo que neste último caso estaríamos a alargar inconvenientemente o leque de personagens, até porque nem vão muito à bola umas com as outras? ]

Como é óbvio, isto vale para a utilização de todas as triplas importantes que existam.

Infelizmente somos todos atados e influenciados por séculos de opressão da Igreja Católica, pelo que só usamos "Ai, Jesus, Maria, José".

Pela minha parte, podem encontrar-me num destes dias nas ruas da Baixa a exclamar, alto e bom som, frases como:

"Ai, Cócó, Ranheta, Facada."

"Ai, Peter, Paul, Mary."

"Ai, 1, x, 2."

E que ninguém se atreva, por manifesta e provocante desonestidade intelectual, a dizer que não percebe...

2 comments:

Carla Luis said...

Muito bem visto!
E a minha modesta contribuição para o tema tb já está aqui:
http://aoutravoz.blogspot.com/2004_12_01_aoutravoz_archive.html#110312778737100681

Anonymous said...

Por que nao:)